O grito de silêncio ameaçado de extinção!
Vídeo cassete;
Disco autografado;
Livro de capa dura com páginas amareladas;
Rádio á pilha;
Enceradeira e uma máquina de escrever.
Não é do tempo.
Não é da ordem.
Não é do momento.
Não é contemporâneo.
Não é instantâneo, nem passageiro.
É fundamental á descrição;
Ao filme, ao histórico.
Ao ato heróico de sobreviver na vida.
É o apelo nostálgico do apego ao passado,
De um homem enterrado sobre parentescos, grotescos;
De um rock.
De um canto natalino.
Mas não, não é do tempo;
Não é de mim; é do homem;
Que vive pela centelha de antigamente.
Não por ser antitecnologia ou não acreditar em hoje em dia;
Mas por parar o tempo e fazer de tudo eternamente.
PS: Foi a minha amiga Natália quem deu nome a poesia ( ela estava quase dormindo aliás; acho que isso fez com que eu gostasse!).
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